TRATAMENTO FISIOTERAPÊUTICO NA SÍNDROME DE OSGOOD SCHLATTER

Keliane Guerra Chaves Fernandes, Larissa Bastos Tavares

Resumo


A Síndrome de Osgood Schlatter (S.O.S.) é um transtorno no sistema músculo-esquelético, encontrado sobretudo em adolescentes. Está relacionada a traumas consecutivos que ocorrem na extremidade distal do tendão patelar, em sua fixação na tuberosidade tibial, que neste caso apresenta-se fragmentado e com edema. Quanto à etiologia, a forma bilateral é a mais predominante,
acometendo com maior frequência adolescentes do sexo masculino que praticam atividades que envolvam corridas e saltos. As contrações forçadas e repetidas do quadríceps, exigidas pelas atividades atléticas, irritam a apófise da tuberosidade tibial, que se torna sensível a palpação e dolorosa a qualquer contração do quadríceps. A inflamação ocorre na fase aguda e a saliência óssea é o sinal patognomônico da fase crônica da síndrome. A S.O.S. é uma condição auto-limitada na maioria dos casos, mas a intervenção fisioterapêutica associada à redução da prática esportiva passa a ser tratamento de eleição, uma vez que proporcionam a diminuição do quadro álgico e edema local, promovendo um retorno rápido e eficaz do adolescente as atividades desportivas.
Em casos que não respondam aos procedimentos citados, a cirurgia fica indicada. Portanto, o objetivo do estudo foi abordar sucintamente o papel da fisioterapia e sua relevância para reabilitação de pacientes acometidos pela S.O.S.


Palavras-chave


Síndrome de Osgood Schlatter. Adolescentes ativos e fisioterapia.

Texto completo: PDF